sábado, 6 de agosto de 2016

Boa Crítica à lei do zero



Boa critica! Espero que percebam o fundamento que quero transmitir.
 Peguemos na linguagem “assembly” do universo, mais concretamente a lei do movimento zero e as máquinas resultantes dela, mas essa máquinas sem garantia como referido pela GPL. Tive a coragem de explicar devidamente o problema a um engenheiro mecânico (coisa que muitos não foram capazes de saber fazer, sabe-se lá o motivo). Ele próprio teve muita dificuldade em perceber, mas percebeu. O conselho que ele me deu para as minhas tentativas é que o mais provável é que ande muito menos que um foguetão para a mesma quantidade de energia, mas não quis dizer que nunca poderia andar.
 Por isso leis são leis e não se discutem, como dizia o meu primo, que estudou filosofia e ao qual pelo mérito de tal pensamento, devia ser uma coisa que todos deviam dar valor pela moral e ética tanto estudada nessa área. Claro que sei os inconvenientes como o atrito gerar calor e o calor poder derreter as peças a grande velocidade, danificando a própria máquina e saber por aí a fora tudo que daí resulta. Estudei física.
 Posso adiantar ainda mais noutros aspetos.
 Imaginem se graças à manipulação campo de Higgs a qualidade é superada em todos os aspectos. Nunca se sabe a partir de mim. Ou vejam o funcionamento do Cubli no Youtube.
 Voltando à questão do tal blog em geral. A questão de programar coisas no mundo físico é complicada; mesmo eu fazendo também parte de uma civilização do tipo zero, a maioria das pessoas é incapaz de aceitar certa ordem de idéias (uma possibilidade).
 Isto devia ser algo que ao menos coubesse na cabeça de toda a gente se é que percebem o que estou a dizer: a noção de excelência técnica que nem sempre é fácil entre outras.

O tal blog: http://lingassemblydouniverso.blogspot.pt/

Corrente materialista aplicada à informática

 
É típico dos cientistas focarem-se em explicações com base no mundo material. A informática é uma ciência.

Razão vs Informação

Razão?
Será que isso existe mesmo?
Pouca gente sabe o que é a razão. Muito pouca.
A maioria dos seres humanos guiam-se muito mais pela informação do que pela razão.
Podia começar com uma palestra sem fim típica de um desses grandes filósofos, mas prefiro as coisas pelo rigor da simplicidade. Foco no essencial e no que me interessa.
Razão precisa de pensar, pensar precisa de um método, um método é um conjunto de passos, um programa é um conjunto de passos e um programa é informação.
Vejam como a filosofia entra na informática e a informática na filosofia.

Já agora por pensar numa conclusão minha acerca de um tal curso: a razão é o oposto da obsessão, pelo que o professor estava errado. Nem toda a gente tem razão como ele diz, porque há métodos que não justificam os meios. Ao fazer-se o estado de arte de uma tese, estamos a constatar até que ponto o ou os métodos justificam os meios. Apesar disso, ele gozava com a obsessão de certas pessoas. Que cada um siga o seu caminho e obrigado a ele, por proporcionar um excelente sentido de humor. Só devemos fazer coisas com que sejamos capazes de as justificar devidamente e é aí que entra o verdadeiro sentido da razão.

Em 01/05/2015, o primeiro ministro de Portugal, falou que devemos ser metódicos, o que é muito bom.

Resposta Para Tudo 1.0

A minha “primeira aplicação pronta” no AppStore da Apple.
Vale a pena experimentar, vai ver que vai gostar.
Vale mais que um dicionário, com o que se pode fazer com ela ao expandir.
Prefiro ver o reconhecimento de factores como algo típico de qualquer profissão para que se possa tentar resolver problemas, a partir daí dá para perceber que é preciso cultura geral, algum raciocínio e que ninguém sozinho é capaz de criar experiência para todo e todo o tipo de verbo.
Verbos como o imaginar são impossíveis de criar qualquer tipo de experiência associada.
A aplicação ensina-nos a ser humildes, aceitando as nossas limitações. Ensina-nos a ser disciplinados, jogando com as regras da experiência. Ensina-nos a ser perseverantes, buscando alternativas (se não tenho o que é preciso para fazer isto, então terei o que é preciso para fazer outra).

Limitações de uma Turing Machine e suas implicações mesmo para humanos

 
Apesar da forma como a máquina de Turing foi considerada o modelo teórico dos computadores, acredito que nenhum modelo de pensamento possível consegue ultrapassá-la.
Acredito que todo o nosso pensamento está num cérebro e não noutra coisa qualquer.
O nosso cérebro é físico e com isso vêm todos os problemas associados a isso. Tanto os computadores como os nossos cérebro são governados pelas leis da física quântica (o universo é quântico), que determinam o comportamento da química, da física clássica e do electromagnetismo. Há equações da física que podem ser simuladas num computador.
Nenhuma máquina teórica (seja autómatos ou o que for) ou máquina real conseguiram ultrapassar a máquina de Turing.
Algo que esclarece as diferenças entre nós e os computadores é uma prova considerada por muitos de que os computadores podem falar como humanos: uma boneca virtual que engana pedófilos.
Se as limitações típicas do computador algum dia poderão aplicar-se a nós, então isso significa que os nível de desenvolvimento de software haverão graves problemas um dia?
Quando ocorrerão? Ninguém sabe! Talvez 100 anos. Qual o motivo dessa data? Por causa daqui a 40 pode haver um computador acessível mais potente que toda a raça humana. Qual o motivo de ainda não acontecer? Nós seres humanos somos muito mais complexos, quer ao nível da informação, ou a nível organizacional, ou por comunicam ou por hardware que um computador actual. Qual o motivo dessa data não ser mais cedo? Apesar de poder haver já computadores (são de grande porte) tão potentes como o cérebro humano, nós programadores beneficiamos ainda das vantagens conhecidas de modelos e técnicas próprias para organizar código ou que nos permitam ter uma boa noção de todo o seu funcionamento. Enquanto isso for possível não haverá problema.
Outro problema que tem a ver com ambientes não controlados ou capacidades de algoritmos é a adaptabilidade e flexibilidade criadas para um robot, ao qual não temos controlo. Mesmo para uma pessoa pode ser difícil ou impossível saber se uma dada situação vai ou não acabar. Um jogo tem a vantagem e ao mesmo tempo a desvantagem de ser um ambiente controlado que apesar disso ajuda a lidar com o nosso mundo, mas quanto ao nosso mundo nem sempre conseguimos o seu controlo absoluto. Isto que estou a dizer dá para entender que os EUA com a NSA ou muitas mais organizações nunca conseguirão controlar o mundo por completo, mas se o mundo fosse um jogo talvez.
Ao nível do bloqueio dos avanços científicos e do conhecimento que eventualmente possa fazer-nos falta até quando estaremos à espera da validação de uma fórmula matemática? Para um cientista não pode ser uma desculpa válida. O maior problema associado ao bloqueio dos avanços é de que forma estaremos dependentes das máquinas e o problema dessa dependência, ou qual será o valor desse impacto?
Um dia as limitações dos computadores irão evidenciar-se nos seres humanos por mais complexos que nós seres humanos formos.
Ao menos com os computadores conseguimos fazer muitas coisas de que de outra maneira seria impossível.

Knowledge Simulator - 1.0



Mais simples do que isto é impossível, mas faz um trabalho aparentemente muito complicado. Corre em tudo o que é sistemas Unix modernos como o Mac Os X,iOS, Linux, FreeBSD, Android ou um CP/M como o Windows Xp, etc.
Escolhi Java para que todos possam testar. Clique no ficheiro ‘Main.class’ para arrancar a aplicação. É simples e muito fácil de usar.
A idéia é afastar possíveis criticas que possam ser criadas enquanto não faço ou os outros não fazem uma coisa melhor (ao menos ainda tenho a patente do livro), passar da teoria à prática com uma ferramenta simples, para testar a idéia e assim ir ganhando alguma credibilidade.
Tive o azar de não encontrar uma licença apropriada e tentei falar com empresários da área de informática que aparecem no curso de gestão e empreendedorismo na Penha, mas sem qualquer sucesso.
Acredito que possa precisar de mais ferramentas auxiliares (como ferramentas para normalizar fórmulas de uma linguagem para outra) para um trabalho de qualidade superior.
Se podia acrescentar funções ao simulador? Claro que podia, mas não sou parvo ao ponto de trabalhar tudo para os outros e não ganhar nenhum.
Os caracteres convêm que sejam letras minúsculas ou maiusculas de a a z, espaço ou &.
Em que se baseia antes de usá-lo?
No meu livro “Uma lógica causa-efeito” (acessível a 20/04/2014), que aconselho a explorar principalmente o meu jogo de xadrez para perceber como funciona.
No video  que pus no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=ZWlR2yIU7-s (acessível a 05/08/2015).
Um exemplo de simulação: https://www.youtube.com/watch?v=CKZ2yGteWIc (acessível a 05/08/2015).

Boas simulações!!

Basadur



 Costumo aprender e procurar coisas da minha área em livros, revistas e Internet; mas também pesquiso e estudo temas de liderança. O próprio estudo da liderança ensina-me a focar e muito na minha área que é a informática.
 O Basadur applied creativity era uma das coisas que há muito suspeitava que existia, encontrei e com base nisso criei uma aplicação em C#, que todos podem usar no Windows. Se as aulas podem não ser suficientemente credíveis, então nada mau acrescentar qualquer coisa que seja ao portofólio e que mais ainda?
 Se achas que não percebo, então é muito provável que te enganes a ti mesmo.
 Se passas a vida a tentar convencer os outros a aceitar as coisas como são, então é a tua vez de aceitar as coisas como são.
 O botão concluir verifica os dados inseridos antes de poder concluir seja o que for.
 Esteja ciente que cada uma das palavras expostas neste teste podem não ter o significado esperado (preferível pesquisar primeiro). Por exemplo divergir em psicologia é arranjar mais soluções para o mesmo problema, enquanto que em matemática isso acontece quando o erro de uma função aumenta afastando-se de uma solução ou quando os valores afastam-se do objeto de estudo alvo. Convergir em matemática significa aproximar-se de algo que pode ser um ponto, uma solução, etc.

Disponível em:
http://osicode.esy.es