sábado, 6 de agosto de 2016

Linux e qual o futuro que eu lhe daria

Eu defendo que o Linux deve migrar aos poucos o seu código de C para C++ devido às vantagens do paradigma orientado a objetos e por causa de outras inovações que vão sendo criadas no C++ como expressões lambda.

Investir no OpenCL por causa da pobreza da linguagem C, ou seja criar outro C melhor?

Acho uma perda de tempo e que esse esforço devia ser totalmente concentrado no melhoramento das características do C++. O C++ já é esse C melhor que o C.

Um exemplo bom da comunidade de software livre em termos de mudança do C para o C++ é o Blender 3D. Com essa mudança deve-se aprender os erros e coisas boas que acontecerem nessa aplicação que continha código esparguete difícil  de perceber e de evoluir. Mesmo que o C++ seja difícil há maneiras de o tornar mais simples como libertar o objecto da memória quando o count reference chega a zero ou lançar excepção quando o new falha.

Outra grande vantagem do C++ face ao C é um compilador de C++ também compilar código em C.

Quanto ao futuro da maioria das aplicações em geral é dificil de perceber e existem outros paradigmas da programação como orientado a agentes ou orientado a aspectos entre outro possíveis.



O kernel Linux não deve a meu entender seguir o paradigma orientado a agentes e deve beneficiar de um kernel totalmente monolítico e erradicar qualquer computation overhead  típico na comunicação entre os agentes.



O paradigma orientado a aspectos é típico da linguagem D (evoluiu do C++), mas não pode ser seguido pelo kernel Linux, cujo os seus programadores têm de preocupar-se e muito em gerir a memória do sistema e o D faz uso do garbage colector tal como o Java.

Há quem diga que a maioria das aplicações vai ser server-side, mas são só aplicações e não estamos a falar de Kernel. Qualquer computador hoje em dia precisa de um Kernel tal como um intel esteja ele a correr kerneis como windows, Mac os x, Linux, freeBSD ou outro qualquer.

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